Como trabalhamos

Cada etapa termina em um artefato que você recebe, revisa e usa, mesmo que a etapa seguinte demore a começar.

Reunião de time em uma sala de escritório

As etapas e o que você recebe

Etapa 01

Diagnóstico do ambiente

Lemos o ambiente antes de propor qualquer coisa: arquitetura atual, integrações, operação e as restrições que ainda não estavam documentadas. Você recebe esse levantamento por escrito, com os pontos ordenados por impacto e as decisões que valem ser tomadas antes de construir.

Você recebe: Documento de diagnóstico com riscos e restrições

Etapa 02

Desenho da arquitetura

Desenhamos a arquitetura alvo e a recortamos em fatias entregáveis, com cada decisão relevante registrada junto da alternativa considerada e do motivo da escolha. O escopo é fechado sobre esse desenho, o que dá base técnica ao prazo e ao orçamento.

Você recebe: Arquitetura alvo, decisões registradas e escopo por fatia

Etapa 03

Fundação de entrega

Montamos, antes da primeira funcionalidade, o que sustenta a entrega: ambientes em infraestrutura como código (IaC), pipeline de CI/CD, testes e observabilidade. É essa base que permite publicar com frequência e com o mesmo nível de confiança em cada versão.

Você recebe: Ambientes, pipeline, testes e observabilidade em operação

Etapa 04

Execução em incrementos

Avançamos em ciclos curtos, cada um terminando em software funcionando em ambiente real. O quadro de trabalho fica aberto para o cliente, e o critério de aceite de cada item é acordado no início, o que mantém a conversa sobre o produto e não sobre o contrato.

Você recebe: Incrementos em ambiente real, com quadro e aceite acordados

Etapa 05

Operação e handover

Acompanhamos o sistema sob carga real, ajustamos o que a produção mostra e transferimos a operação: documentação, painéis, procedimentos de recuperação e o contexto das decisões. O objetivo declarado do handover é a autonomia do seu time.

Você recebe: Documentação de operação, painéis e transferência formal

Como o escopo é definido

O escopo é consequência do diagnóstico. Recortamos o trabalho em fatias que podem ir a produção isoladamente e decidimos a ordem pelo risco: o que ainda tem incerteza técnica entra cedo, enquanto há espaço para escolher outro caminho. Mudança de escopo durante o projeto é bem-vinda e tratada de forma explícita: entra na fila com impacto declarado em prazo e custo, e a prioridade é repactuada com você. Assim o projeto acompanha o negócio sem perder previsibilidade.

Equipe acompanhando um painel exibido em um monitor
Dois profissionais planejando o trabalho sobre uma mesa

Como o progresso é acompanhado

Software funcionando

A medida de progresso é o incremento em ambiente real, que você consegue usar e avaliar.

Quadro de trabalho aberto

O cliente acompanha o trabalho em andamento, o que está em análise e o que foi concluído, em tempo real.

Ritual de revisão fixo

A revisão acontece uma vez por ciclo, com o time técnico do cliente presente e as decisões registradas ao final.

Riscos sempre visíveis

Os riscos identificados são comunicados quando aparecem, junto com as opções de tratamento.

Formatos de contratação

Projeto com escopo definido

Para problemas já delimitados pelo diagnóstico, com entregáveis e critérios de aceite acordados. O escopo é fechado sobre a arquitetura desenhada, e mudanças seguem o processo acordado.

Time alocado por período

Para demanda contínua de evolução de plataforma, com o time integrado ao processo do cliente. A prioridade é sua; o método de engenharia — testes, revisão, entrega automatizada — permanece o mesmo.

Diagnóstico e avaliação

Para quem precisa de um trabalho fechado e independente, com entrega documental. O material é detalhado o suficiente para orçar a execução com quem você preferir, inclusive conosco.

O que acontece depois da entrega

O handover é uma etapa com critério de conclusão: ele termina quando o time do cliente opera, altera e publica o sistema com autonomia. A partir daí, o acompanhamento continua no regime que fizer sentido — revisão periódica de arquitetura e de custo, sustentação da operação ou evolução por demanda — e acompanha a criticidade do sistema. A titularidade é sempre sua: código, infraestrutura, documentação e contas permanecem com o cliente.

Comece pelo diagnóstico

A primeira conversa é técnica e serve para escolher o ponto de partida: qual das seis frentes responde pelo seu caso e qual etapa entrega valor antes.

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