A fatura da AWS reflete decisões técnicas tomadas meses antes: o dimensionamento de um banco, a política de escalonamento de um serviço, o horário em que os ambientes de teste ficam ligados. Desligar recurso ocioso e renegociar contrato entrega o primeiro ganho. O ganho que se mantém vem de ajustar o que gera o gasto. Por isso tratamos custo como atributo de arquitetura: primeiro se explica de onde ele vem, depois se ajusta a decisão que o produz.
O valor mensal já pesa o suficiente para entrar no acompanhamento.
A fatura chega consolidada, sem separar time, produto ou ambiente.
A economia restante depende de análise, não de mais um corte.
O gasto cresce mais rápido que o volume que o gera.
Decomposição da fatura por serviço, ambiente, produto e time, com a série histórica que explica cada inflexão.
Recursos ociosos, superdimensionados, órfãos, duplicados entre ambientes e tráfego que pode seguir por caminho mais barato.
Ações ordenadas por esforço contra economia, separando o que é ajuste operacional do que exige mudança de arquitetura.
Dimensionamento (rightsizing) de instâncias, escalonamento automático, armazenamento por camada e modelo de contratação de capacidade.
Política de tags, responsáveis por conta e regra que mantém cada recurso novo já identificado na origem.
Visão de custo por dimensão de negócio, com alerta de desvio disparado antes do fechamento do mês.
Cadência de análise com o time técnico e o financeiro, sobre os mesmos números e a mesma linha de base.


Recebemos acesso somente leitura à conta AWS e às ferramentas de billing, sem alterar nada nesta etapa.
Ligamos cada valor a um recurso, um ambiente e um responsável, e o que ainda não tiver responsável entra na lista de governança.
Ordenamos as ações por economia estimada e risco de execução e revisamos a lista com você antes de qualquer mudança.
Executamos as mudanças por janelas, com medição antes e depois, mantendo apenas o que comprova ganho no ambiente real.
Passamos tags, alertas e rotina de revisão para o time do cliente, com a documentação do que foi decidido.
As variações relevantes têm causa identificada e responsável, disponíveis para qualquer pessoa do time consultar.
O gasto passa a acompanhar o volume de negócio, o que torna o orçamento de nuvem previsível.
O dimensionamento e o escalonamento passam a ser discutidos no desenho, junto com desempenho e disponibilidade.
Quando o gasto vem da forma como o sistema foi desenhado, a otimização atinge seu teto e o próximo salto de economia depende de mudança de arquitetura.
Arquitetura Cloud & MigraçãoSe a aplicação foi desenhada para um servidor fixo e hoje está hospedada na nuvem, o maior ganho vem de evoluir a própria aplicação.
Engenharia de Software & Cloud NativeQuando o assunto é o contrato com a AWS ou a gestão comercial da conta, isso segue diretamente com você — é o que mantém a análise isenta.
Descreva o ambiente e a ordem de grandeza da conta atual. A primeira conversa é técnica: onde o gasto se concentra e quais ganhos já estão ao alcance sem mexer em arquitetura.
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