Desenvolvimento de aplicativos mobile

Aplicativos iOS e Android com backend próprio, integração aos sistemas existentes e publicação nas lojas em nome da empresa.

Discutir o aplicativo
Aplicativo de armazenamento em nuvem aberto em um celular

O aplicativo é a parte visível de um sistema inteiro

A tela é o que o usuário vê, mas o que sustenta o aplicativo é o backend, a integração com os sistemas que já existem e a rotina de publicação e atualização. Projetos que tratam o aplicativo como entrega isolada travam na primeira mudança de regra de negócio ou na primeira exigência da loja. Por isso o desenho começa pelo uso real — onde o aplicativo será usado, com qual conexão e contra quais sistemas.

Quando este serviço se aplica

O aplicativo não conversa com o sistema de gestão

Foi construído sem contrato de API com o backend da operação.

A equipe de campo perde dados fora de cobertura

O aplicativo não foi desenhado para operar sem conexão.

Publicar uma correção leva semanas

Não há pipeline de build e de publicação estabelecido.

O aplicativo está na conta do fornecedor anterior

A conta de desenvolvedor não está em nome da empresa.

O que entregamos

Aplicativo iOS e Android

Construção nativa ou multiplataforma, decidida pelo requisito de uso e não por preferência de ferramenta.

Backend e integrações

APIs próprias quando o sistema ainda não existe, ou integração com o parque atual por contrato versionado.

Operação offline com sincronização

Trabalho em campo sem conexão estável, com fila local e reconciliação quando a rede volta.

Autenticação e dados pessoais

Login, controle de acesso por perfil e tratamento dos dados pessoais conforme a LGPD, definidos no desenho.

Pipeline de build e publicação

Geração de versão, assinatura e envio às lojas automatizados, com versionamento rastreável a cada entrega.

Contas de loja em nome da empresa

Configuração das contas na App Store e no Google Play, submissão e acompanhamento até a aprovação.

Telemetria e relatório de falhas

Uso, erros e notificações acompanhados por versão, o que mostra o efeito de cada publicação.

Documentação técnica e handover

Material que o time do cliente usa para operar, publicar e evoluir o aplicativo com autonomia.

Desenvolvedor trabalhando em um notebook no escritório
Time acompanhando uma tela em conjunto

Como fazemos

Etapa 01

Definição do uso

Escopo funcional, público, condições de uso em campo e integrações necessárias, levantados antes de qualquer tela.

Etapa 02

Arquitetura

Decisão entre nativo e multiplataforma, desenho do backend e dos contratos de API que o aplicativo vai consumir.

Etapa 03

Construção

Entregas frequentes, com versão testável em dispositivo desde o início do projeto.

Etapa 04

Publicação

Configuração das contas de loja, submissão e acompanhamento da aprovação até o aplicativo ficar disponível.

Etapa 05

Evolução

Ciclo de atualização, monitoramento de falhas e correção, com a operação em uso durante todo o período.

O que muda depois

O campo funciona sem conexão estável

O trabalho continua fora de cobertura e os dados chegam ao sistema quando a rede volta.

A regra de negócio muda em um lugar só

O aplicativo consome o mesmo contrato do sistema, o que dispensa retrabalho a cada alteração.

As contas de loja são da empresa

Publicação, código e histórico de versões permanecem sob controle de quem contratou.

Escopo e limites

Quando o objetivo é presença institucional, um site resolve melhor: o aplicativo se justifica pelo uso recorrente, não pela vitrine.

Aplicativo sem backend não se sustenta; se o sistema por trás ainda não existe, o ponto de partida é construir a plataforma.

Engenharia de Software & Cloud Native

Contas de loja em nome de terceiros precisam ser regularizadas antes da publicação, e essa transferência é trabalho de governança.

Governança de Cloud

Perguntas sobre aplicativos mobile

Depende do que o aplicativo precisa fazer. Uso intenso de recursos do aparelho, exigência de desempenho gráfico ou integração profunda com o sistema operacional pedem construção nativa. Aplicativos de formulário, consulta e fluxo de trabalho costumam ser bem atendidos por multiplataforma, com uma base de código para as duas lojas. A decisão entra na etapa de arquitetura, com o motivo registrado.

Funciona, quando isso é requisito desde o desenho. O aplicativo guarda localmente o que foi feito, mantém uma fila de envio e sincroniza quando a conexão volta, com regra definida para o caso de o mesmo registro ter mudado nos dois lados. Adicionar esse comportamento depois costuma custar mais do que prevê-lo no início.

Da empresa. As contas de desenvolvedor na App Store e no Google Play são criadas ou transferidas para o CNPJ do cliente, e é sob elas que publicamos. Isso mantém o aplicativo, as avaliações e o histórico de versões sob controle de quem contratou, independentemente de quem faz a manutenção.

Sim, e é o caso mais comum. Quando o sistema expõe API, integramos por contrato versionado. Quando não expõe, a camada de integração entra no escopo: um backend intermediário que traduz o que o aplicativo precisa sem alterar o sistema de origem.

O prazo depende do escopo, mas a submissão às lojas tem etapa própria e prazo próprio. Contamos com um ciclo de revisão da loja em cada envio e tratamos os requisitos de privacidade e de conteúdo durante o projeto, não na véspera. Também deixamos uma versão de teste disponível antes da publicação pública.

Entram monitoramento e ciclo de atualização. Falhas chegam por relatório automático, o uso é acompanhado por versão e as correções seguem pelo mesmo pipeline. Mudanças de sistema operacional e de regra das lojas também exigem atualização periódica, mesmo sem nova funcionalidade.

Vamos partir do uso real

Uma conversa sobre como o aplicativo será usado em campo define arquitetura, integrações e prioridade de entrega.

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