Arquitetura cloud e migração de sistemas

Para quem vai levar a operação para a AWS mantendo o negócio funcionando e aproveita a mudança para melhorar a arquitetura.

Avaliar migração
Representação abstrata de servidores em um data center

Migrar é a chance de melhorar o desenho

Mover um sistema para a nuvem é o momento em que as decisões de arquitetura ficam abertas de novo: dá para revisar dimensionamento, isolar o que cresce sozinho e declarar o ambiente em infraestrutura como código (IaC). Por isso o trabalho começa pelo entendimento do que sustenta a operação hoje — o que pode ser movido como está, o que vale adaptar e o que compensa substituir. Executamos a mudança por ondas, cada uma com critério de sucesso e caminho de volta definidos antes da janela.

Quando este serviço se aplica

O crescimento pede mais capacidade

A ampliação de recursos depende de compra ou de janela longa.

A operação roda o tempo todo

O negócio funciona em horário estendido, sem janela ampla de parada.

O ambiente segue fora do código

A configuração vive nos servidores e a recriação depende de passo manual.

A migração já está em andamento

A carga já movida convive com a que ainda está no ambiente antigo.

O que entregamos

Assessment do ambiente atual

Inventário de aplicações, dados, integrações e dependências, com o risco e o esforço de mover cada item.

Desenho do ambiente alvo

Topologia de contas AWS, redes, computação, dados e integrações, com as decisões registradas e suas alternativas descartadas.

Plano de migração por ondas

Sequência de corte por dependência, critério de sucesso por onda e definição do que roda em paralelo.

Infraestrutura como código

Ambiente declarado e versionado em IaC, recriado por execução de pipeline em vez de procedimento manual.

Rede, identidade e segurança

Segmentação, conectividade com o ambiente legado, gestão de identidade e acesso, segredos e trilha de auditoria.

Observabilidade e SRE

Instrumentação de métricas, logs e alertas, metas de disponibilidade por serviço e rotina de resposta a incidente.

Plano de rollback por onda

Caminho de volta testado, com o ponto de decisão definido antes de cada janela de corte de carga.

Documentação de operação

Procedimentos de rotina, recuperação, escalonamento e limites conhecidos do ambiente entregue.

Profissional cercado por ícones de serviços em nuvem
Técnico trabalhando em uma bancada com equipamentos

Como fazemos

Etapa 01

Descoberta do ambiente

Mapeamos aplicações, bases, integrações e o que sustenta a operação, levantando com quem opera tudo o que ainda não estiver documentado.

Etapa 02

Decisão por componente

Damos a cada item um destino — migração lift-and-shift, adaptação, substituição ou desligamento — e registramos a escolha com o critério que a sustenta.

Etapa 03

Construção do alvo

Provisionamos o ambiente por código, com rede, identidade e observabilidade prontos antes da primeira carga real.

Etapa 04

Ondas de corte de carga

Avançamos a migração por partes, com validação funcional e de desempenho ao fim de cada onda antes da seguinte começar.

Etapa 05

Estabilização e handover

Acompanhamos o ambiente sob carga real, ajustamos o que a produção revelar e transferimos a operação documentada.

O que muda depois

A capacidade deixa de ser projeto

A ampliação e a redução de recurso viram operação de rotina, sem aquisição nem janela longa.

O ambiente é reproduzível

A recriação de um ambiente equivalente passa a ser execução de código, o que também encurta a recuperação de desastre.

O risco de cada mudança cai

As alterações passam a ter caminho de volta conhecido, o que dá segurança para o time entregar com mais frequência.

Escopo e limites

Se o ambiente já está na AWS e funciona bem, e o objetivo é reduzir a conta, otimização entrega resultado mais rápido e com menos movimentação.

FinOps & Otimização de Cloud

Quando o ganho depende de mudar como a aplicação foi construída, o caminho mais direto é evoluir os pontos críticos do próprio sistema.

Engenharia de Software & Cloud Native

Quando a migração acontece sem revisão de arquitetura, mesmo que curta, o problema atual viaja junto para o ambiente novo.

Perguntas sobre migração

Quando o ambiente atual passa a limitar o que o negócio quer fazer. Os sinais são capacidade que só cresce por compra de hardware, janelas de manutenção que apertam a operação e componente crítico chegando ao fim do suporte. Sem nenhuma dessas condições, vale manter o ambiente e investir o orçamento onde ele rende mais.

É desenhar o sistema a partir do que a nuvem oferece: capacidade elástica, serviços gerenciados e provisionamento por código. A recuperação diante de falhas previstas é automática. A diferença aparece na operação — o ambiente acompanha a demanda e mantém o custo proporcional ao uso.

Na maioria dos casos, sim. Fazemos a migração por ondas, com os dois ambientes operando em paralelo durante a transição e a carga transferida de forma controlada. A indisponibilidade, quando inevitável, fica restrita ao corte da base de dados e acontece em janela acordada, com rollback testado.

AWS. O desenho considera as contas, os limites de serviço e o modelo de identidade do provedor desde o início do projeto. É isso que dá previsibilidade às ondas de migração e evita surpresa de limite de serviço na metade do caminho.

Ele permanece funcionando durante as ondas e é desligado depois que a carga correspondente estiver estável no ambiente novo. O desligamento entra no plano desde o início, com retenção de dados e prazo de guarda definidos junto com você. A desativação costuma render uma economia adicional ao final.

Entregamos o ambiente documentado e em infraestrutura como código para o time do cliente operar. Quando não há time interno para isso, o acompanhamento continua em regime combinado. O escopo e as responsabilidades ficam definidos por escrito.

Avalie antes de mover

Descreva o ambiente atual e o que motiva a mudança. A primeira conversa cobre o que dá para mover como está, o que vale adaptar e como as janelas podem ser organizadas.

Avaliar migração